Destruídos 155 ninhos de vespa asiática em 2020 no concelho de Arganil

Nos primeiros nove meses do ano foram destruídos no concelho de Arganil 155 ninhos de vespa asiática (velutina), menos 125 ninhos desativados do que no mesmo período de 2019. A redução significativa da quantidade de ninhos existentes no concelho confirma a eficácia do esforço realizado pela autarquia no controlo e prevenção desta espécie invasora, materializado, nomeadamente, através da instalação de 400 armadilhas distribuídas criteriosamente pelo concelho durante o mês de março.

Resultou desta ação, bem como da colaboração das Equipas de Intervenção Permanente (EIP) das Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários de Arganil e Côja, que passaram a colaborar com o Município de Arganil na função de destruição dos ninhos e colónias de vespa velutina no início do ano, o aumento da eficiência e rapidez na resolução de cada ocorrência, possibilitando a redução do tempo médio de resposta para 4 dias.

O objetivo da Câmara Municipal passa por dar continuidade ao profícuo trabalho de controlo e prevenção da proliferação desta espécie levado a cabo com as corporações dos bombeiros do concelho, fazendo com que o número de ninhos existentes no concelho continue a diminuir.

Os principais efeitos da presença da vespa-asiática manifestam-se na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas. Para a saúde pública, por outro lado, não é mais agressivas do que a espécie europeia. No caso de sentirem os ninhos ameaçados, reagem de modo bastante agressivo, incluindo perseguições até algumas centenas de metros.

 

O que fazer em caso de deteção de ninho de vespa asiática?

Deve ser comunicada através de um dos seguintes meios:

Linha SOS AMBIENTE (808 200 520)

Quando optar por comunicar a existência de um ninho ao Município de Arganil ou Junta de Freguesia, sempre que possível, recolha e envie a seguinte informação:

1 – Localização:

  • Envio de coordenada geográfica, ou;
  • Envio de marcador Google (KML/KMZ) ou;
  • Cópia de fotografia aérea com marcador do local, ou;
  • Morada e fotografia do local do ninho, abrangendo a estrutura e a envolvência.

2 – Identificação do nome da estrutura/árvore/outro que suporta o ninho (ex: chaminé, pinheiro-bravo, interior de barracão);

3 – Contacto telefónico.



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